terça-feira, 17 de abril de 2012
Projeto da Emater propõe recuperação do Rio Peixe-Boi
Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 16/04/2012 às 16:41
O Rio Peixe-Boi, que corta vários municípios do nordeste paraense, está recebendo atenção especial da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), de parceiros e comunidades rurais de seis municípios da região. O rio, que é fonte de sobrevivência para inúmeras famílias em Bonito, Peixe-Boi, Nova Timboteua, Capanema, Primavera e Santarém Novo, corre risco de desaparecer.
Antes navegável e piscoso, o Peixe-Boi está sendo assoreado por conta do desmatamento da mata ciliar e das nascentes. Para reverter esse quadro, a Emater pretende incentivar nas Áreas de Proteção Permanente (APPs) o extrativismo vegetal de valor econômico adaptado para a região, com espécies como açaí e andiroba, e áreas agricultáveis, com culturas alimentares, fruticultura, essências florestais e a criação de pequenos animais.
O projeto original prevê a recuperação de 30 mil hectares. Na primeira etapa do projeto serão envolvidas nas ações 60 famílias dos municípios de Bonito e Peixe-Boi. Segundo o engenheiro agrônomo da Emater, Jairo Eiras, um dos coordenadores do projeto, os dois municípios sofreram graves prejuízos ambientais - em alguns locais a perda das nascentes foi total. “O assoreamento do rio também fez desaparecer algumas espécies da fauna e da flora”, acrescentou Jairo Eiras.
A primeira etapa do projeto deve estar concluída no final de 2013, e prevê o aumento dos volumes de água e de pescado no rio, a preservação do meio ambiente e a melhoria econômica, ambiental e social das famílias envolvidas. “Pretendemos que o projeto sirva de modelo e promova a melhoria da qualidade de vida de outras comunidades”, ressaltou o engenheiro agrônomo.
Aos agricultores também será proporcionada a regularização ambiental, por meio da adesão ao Cadastramento Ambiental Rural (CAR).
Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
Rod. BR 316, Km 13 S/N. Marituba-PA. CEP: 67105-970
Fone: (91) 3256-0150 / 0015
Site: www.emater.pa.gov.br Email: presidencia@emater.pa.gov.br
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
Agricultura conclui fiscalização sobre embargos a fazendas do Pará
A Comissão de Agricultura, Pecuária,
Abastecimento e Desenvolvimento Rural encerrou na quarta-feira (11) a
fiscalização sobre os procedimentos administrativos do Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
e do Ministério Público Federal no Pará em relação aos embargos a
fazendas com produção pecuária no estado.
O relator, deputado Moreira Mendes (PSD-RO), entendeu que os questionamentos sobre o assunto, feitos em 2009 pelo deputado Abelardo Lupion (DEM-PR), foram respondidos. A principal conclusão foi a de que o Ibama agiu dentro de suas atribuições de fiscalizar atividades que possam prejudicar o meio ambiente.
Em razão disso, a Proposta de Fiscalização e Controle (PFC) 95/09, de Lupion, que propunha a investigação, foi arquivada.
Operação Rei do Gado
A PFC teve por base a chamada operação Rei do Gado, programada em conjunto com o Ministério Público Federal e empreendida pelo Ibama no Pará, a fim de combater o desmatamento em áreas de atividade pecuarista na Amazônia. A operação foi realizada em abril de 2009 e abrangeu os municípios de Marabá, Eldorado dos Carajás, Xinguara, Sapucaia, Piçarras, Amparo e Santana do Araguaia.
Em 1º de junho de 2009, o MPF-PA e o Ibama entraram na Justiça Federal com ações de embargo contra pessoas e empresas acusadas pelo desmatamento de uma área de 157 mil hectares. Tais ações pediam indenização de R$ 2 bilhões às fazendas dos “bois do desmatamento” e aos frigoríficos que compravam gado dessas áreas. Paralelamente, o MPF-PA encaminhou a 69 empresas clientes desses frigoríficos “recomendações” para que fosse evitado o incentivo à cadeia produtiva que provoca o desmatamento da Amazônia.
As medidas levaram Abelardo Lupion a questionar a legalidade e a impessoalidade dos atos do Ibama e do MPF-PA. O relatório da comissão, no entanto, restringiu-se ao Ibama, uma vez que o MPF possui autonomia funcional e administrativa.
“A auditoria proposta em nosso relatório prévio ao Tribunal de Contas da União não identificou indícios de que o Ibama tenha exacerbado suas competências legais e constitucionais na operação Rei do Gado”, observou o relator.
O relator, deputado Moreira Mendes (PSD-RO), entendeu que os questionamentos sobre o assunto, feitos em 2009 pelo deputado Abelardo Lupion (DEM-PR), foram respondidos. A principal conclusão foi a de que o Ibama agiu dentro de suas atribuições de fiscalizar atividades que possam prejudicar o meio ambiente.
Em razão disso, a Proposta de Fiscalização e Controle (PFC) 95/09, de Lupion, que propunha a investigação, foi arquivada.
Operação Rei do Gado
A PFC teve por base a chamada operação Rei do Gado, programada em conjunto com o Ministério Público Federal e empreendida pelo Ibama no Pará, a fim de combater o desmatamento em áreas de atividade pecuarista na Amazônia. A operação foi realizada em abril de 2009 e abrangeu os municípios de Marabá, Eldorado dos Carajás, Xinguara, Sapucaia, Piçarras, Amparo e Santana do Araguaia.
Em 1º de junho de 2009, o MPF-PA e o Ibama entraram na Justiça Federal com ações de embargo contra pessoas e empresas acusadas pelo desmatamento de uma área de 157 mil hectares. Tais ações pediam indenização de R$ 2 bilhões às fazendas dos “bois do desmatamento” e aos frigoríficos que compravam gado dessas áreas. Paralelamente, o MPF-PA encaminhou a 69 empresas clientes desses frigoríficos “recomendações” para que fosse evitado o incentivo à cadeia produtiva que provoca o desmatamento da Amazônia.
As medidas levaram Abelardo Lupion a questionar a legalidade e a impessoalidade dos atos do Ibama e do MPF-PA. O relatório da comissão, no entanto, restringiu-se ao Ibama, uma vez que o MPF possui autonomia funcional e administrativa.
“A auditoria proposta em nosso relatório prévio ao Tribunal de Contas da União não identificou indícios de que o Ibama tenha exacerbado suas competências legais e constitucionais na operação Rei do Gado”, observou o relator.
Íntegra da proposta:
Reportagem - Noéli Nobre
Edição – Daniella Cronemberger
Edição – Daniella Cronemberger
1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura
Esplanada dos Ministérios será o palco deste espetáculo de literatura e cultura
A 1ª Bienal Brasil conta com o apoio do Ministério da Cultura que
promoverá, em parceria com o Ministério da Educação, o seminário “Os Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Livro e Leitura: construções e desafios” com
a participação de representantes da Diretoria do Livro, Leitura e
Literatura (DLLL), da Fundação Biblioteca Nacional, vinculada ao MinC.
Tendo como pilar o poder transformador do livro e da leitura,
a Bienal vai promover lançamentos de livros, seminários internacionais,
debates, palestras, encontros, oficinas, exibição de filmes,
exposições, homenagens, shows musicais e apresentações
teatrais. Também terá uma série de programas destinados a despertar o
gosto pela leitura em crianças, jovens e adultos.
Os números da 1ª Bienal de Brasília impressionam: serão 200 livros
lançados (uma média de 20 a cada dia), 20 filmes exibidos, 10
seminários, três exposições de artes visuais, 20 mil cartões para
professores, homenagens a escritores, 17 shows musicais, 20
apresentações teatrais, 20 contações de histórias, além de recitais e
palestras ao longos dos dez dias de evento, em um espaço de 14.000 m².
Pelo grande palco montado no centro da Esplanada passarão várias
estrelas da MPB, como Nando Reis, Fernanda Takai, Capital Inicial,
Chico César, Oswaldo Montenegro, Kleiton e Kledir e Caetano Veloso, que
fará o show de encerramento no domingo (22). Os shows começam sempre a
partir das 22 horas, com entrada franca.
Integração
Dezenas de autores de todos os continentes estarão reunidos no mesmo
espaço para discutir literatura e contemporaneidade. Para encontros e
conversas com os leitores, estão confirmadas as presenças de autores
brasileiros do peso de Milton Hatoum (quatro vezes premiado com o
Prêmio Jabuti), Cristovão Tezza (autor do premiadíssimo O filho eterno), José Louzeiro (criador no Brasil do gênero romance-reportagem), Zuenir Ventura (autor do best-seller 1968 – o ano que não terminou),
Luiz Alberto Mendes Júnior, Maria Rita Khel e Miriam Goldemberg, entre
outros. Dentre os estrangeiros, destaques como Elvira Navarro
(escolhida uma das 20 melhores autoras espanholas com menos de 35 anos)
e Alice Walker (escritora, poeta e ativista norte-americana vencedora
do Prêmio Pulitzer por A Cor Púrpura).
Durante dois dias, a literatura africana ganhará papel de destaque
dentro da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, com a apresentação de
grandes nomes como o nigeriano Wole Soyinka, nobel de litaratura em
1986; o premiado autor togolês Kangni Alem; Conceição Lima,
considerada a maior poeta viva de São Tomé e Príncipe; Paulina
Chiziane, de Moçambique; Germano Almeida, de Cabo Verde; Abdulai Silá,
autor do que é considerado o primeiro romance da Guiné Bissau; e o
jovem angolano Odjaki, radicado no Brasil e vencedor do Prêmio Jabuti
na categoria Juvenil com o romance Avó Dezanove e o Segredo do
Soviético.
Na Jornada Literária da América Hispânica, entre os dias 14 e 17 de
abril, será possível conhecer um pouco mais a realidade do cenário
literário de países de língua espanhola na América Latina. Organizada
e mediada pelo escritor e tradutor Eric Nopomuceno, a Jornada reunirá
na mesma mesa autores que estão entre as vozes mais potentes de seus
países.
O público também terá a oportunidade de ver os argentinos Juan
Gelman, considerado o maior poeta vivo de seu país, Samanta Schweblin,
apontada como herdeira do talento de contista de Borges e Cortázar, e
Mempo Giardinelli, conhecido no Brasil pela adaptação de Luna Caliente.
Os aclamados Antonio Skármeta (Chile), Hector Abad Faciolince
(Colômbia), Senel Paz (Cuba), Mario Bellatin (México) e Sérgio Ramirez
(Nicarágua) discutirão o vigor da literatura latino-americana.
A bienal é uma realização da Secretaria de Cultura e da Secretaria
de Educação do Governo do Distrito Federal, em parceria com o Instituto
Terceiro Setor (ITS). O projeto faz parte do Plano do Livro e da
Leitura do Distrito Federal – Brasília Capital da Leitura.
(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)
(Imagem: Divulgação/site da Bienal Brasil)
(Imagem: Divulgação/site da Bienal Brasil)
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Beto Guedes e Geraldo Azevedo tocam sábado em Águas Claras
(Cláudio Manero e Geraldo Azevedo)
Júnior
Tana é uma das atrações hoje no Projeto Fim de Tarde no Parque, em Águas Claras
Em comemoração ao aniversário do parque de Águas
Claras, Beto Guedes e Geraldo Azevedo se apresentam amanhã, sábado. Hoje,
sexta, também tem shows. As atrações são as bandas H3, Amplitude e Cabogó e,
ainda, Júnior Tana. A festa acontece dentro do projeto Fim de Tarde no Parque.
Nos dois dias, o DJ 2pac comanda a festa.
O cantor e compositor Júnior Tana é presidente do
Instituto Amada Terra, de Alto Paraíso de Goiás, que recentemente promoveu na
cidade o festival Amada Terra, atraindo um público de centenas de pessoas que
se uniram em comemoração ao Dia Mundial da Água e o cinquentenário do Parque da
Chapada dos Veadeiros. Vale a pena conferir
O Parque Ecológico de Águas Claras fica na Avenida
Parque Águas Claras, atrás da residência oficial do governador. A entrada é
franca, e a classificação indicativa, livre.
sábado, 7 de abril de 2012
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Foi um enorme prazer participar da produção dos shows que animaram a galera na posse da Presidente Dilma Roussef. Parabéns a todos que fizeram parte deste evento e um abraço especial ao Zelito Passos, maestro Manassés e banda, Zunga, Kleber Moraes, Klésio Borges, Davi Honório e Cassimiro.
FIQUE INFORMADO
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